Treinador de futsal é condenado por crimes de violência sexual contra 11 adolescentes no PI

Em Parnaíba, treinador profissional é preso por importunação sexual O treinador de futsal e pastor evangélico Natanael Ribeiro de Moraes foi condenado a ma...

Treinador de futsal é condenado por crimes de violência sexual contra 11 adolescentes no PI
Treinador de futsal é condenado por crimes de violência sexual contra 11 adolescentes no PI (Foto: Reprodução)

Em Parnaíba, treinador profissional é preso por importunação sexual O treinador de futsal e pastor evangélico Natanael Ribeiro de Moraes foi condenado a mais de 103 anos de prisão, nesta terça-feira (7), por crimes de violência sexual contra 11 adolescentes. De acordo com a decisão, ele se aproveitava da autoridade como supervisor esportivo, além de ser líder religioso, para praticar os crimes contra os jovens. Os crimes teriam sido praticados entre os anos de 2014 e 2023. A decisão foi assinada pelo juiz Willmann Izac Ramos Santos, da 1º Vara Criminal da Comarca de Parnaíba. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O g1 busca a defesa de Natanael, mas não conseguiu o contato até a última atualização dessa reportagem. Natanael foi condenado por importunação sexual, registro, produção ou posse de material sexual envolvendo adolescentes e violação sexual mediante fraude. "Se valia de manipulação psicológica, de falsas promessas de ascensão na carreira futebolística e de um verdadeiro estelionato espiritual — mediante a distorção de passagens bíblicas e a construção da falsa narrativa de "paternidade espiritual" — para atrair jovens em situação de vulnerabilidade afetiva [...] sob o pretexto de realizar aconselhamentos sigilosos denominados "discipulados", submetia os ofendidos a toques físicos", diz trecho da decisão. Treinador de futsal é preso suspeito de importunar sexualmente adolescentes de escolinha em Parnaíba Reprodução/TV Clube Natanael chegou a assumir um dos casos durante interrogatório. O homem foi preso de forma preventiva após ser denunciado formalmente, em maio de 2025. A Justiça também negou o direito de recorrer em liberdade. Além da pena, o sentenciado foi condenado a pagar cerca de R$ 135 mil em indenizações às vítimas. *Eduarda Barradas, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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