Tentativa de feminicídio: homem acusado de esfaquear ex-companheira no pescoço vai a júri popular no DF

Geir Souza de Jesus é suspeito de tentativa de feminicídio no DF. divulgação O Tribunal do Júri do Gama, no Distrito Federal, realiza nesta quarta-feira (2...

Tentativa de feminicídio: homem acusado de esfaquear ex-companheira no pescoço vai a júri popular no DF
Tentativa de feminicídio: homem acusado de esfaquear ex-companheira no pescoço vai a júri popular no DF (Foto: Reprodução)

Geir Souza de Jesus é suspeito de tentativa de feminicídio no DF. divulgação O Tribunal do Júri do Gama, no Distrito Federal, realiza nesta quarta-feira (27) o julgamento de Geir Souza de Jesus, acusado de tentar matar a ex-companheira a facadas. O caso aconteceu em janeiro do ano passado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp O réu será submetido a júri popular no primeiro caso da circunscrição analisado sob a vigência da nova Lei do Feminicídio (Lei nº 14.994/2024), que tornou o crime autônomo no Código Penal e aumentou as penas para esse tipo de violência. Segundo a acusação, a vítima chegava ao apartamento onde morava quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Geir Souza teria invadido o prédio residencial e ao encontrá-la, deferiu golpes de faca e fugiu logo depois. Ele foi preso três dias depois, dentro de um ônibus voltando para o DF. Geir Souza estava escondido na casa de parentes no interior de Minas Gerais. Geir Souza de Jesus, de 40 anos, é preso pela polícia dentro de ônibus. PCDF/Divulgação Denúncia aponta intenção de matar Para o Ministério Público (MP), o acusado agiu com intenção de matar e o crime somente não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade dele. A denúncia aponta as seguintes qualificadoras: crime praticado por motivo torpe, em razão do inconformismo do acusado com o fim do relacionamento; emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que ela foi surpreendida pelo ataque; crime foi cometido com uso de meio cruel, em razão da quantidade e da violência dos golpes desferidos contra a vítima, causando intenso sofrimento físico e hemorragias graves; crime foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar. O MP também sustenta que o denunciado descumpriu medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha. LEIA TAMBÉM: CASO BRB: BC diz que acompanha instituições financeiras diariamente e nega que prazo de ajuste acabe 29 de maio POLÍTICA: Celina Leão diz que decisões no BRB podem ter motivado críticas de Ibaneis: 'só pode ter incomodado' Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Fale Conosco