Suspeita de aplicar golpes dava dicas jurídicas contra práticas ilegais em rede social, diz polícia

Estudante de direito suspeita de aplicar golpes era modelo de escritório de advocacia Reprodução/Instagram Uma estudante de direito de 22 anos foi presa nest...

Suspeita de aplicar golpes dava dicas jurídicas contra práticas ilegais em rede social, diz polícia
Suspeita de aplicar golpes dava dicas jurídicas contra práticas ilegais em rede social, diz polícia (Foto: Reprodução)

Estudante de direito suspeita de aplicar golpes era modelo de escritório de advocacia Reprodução/Instagram Uma estudante de direito de 22 anos foi presa nesta sexta-feira (14) suspeita de aplicar golpes na venda de celulares. Segundo a Polícia Civil, nas redes sociais, ela dava orientações jurídicas sobre como agir diante de bloqueios de contas bancárias por suspeita de fraude. O companheiro dela, um homem de 25 anos, também foi preso. Os mandados da Justiça do Distrito Federal foram cumpridos em São Paulo. Além das prisões, os agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos. A Justiça também determinou o bloqueio cautelar de até R$ 20 mil em ativos financeiros. Segundo os investigadores, Micaelli trabalhava em um escritório de advocacia e usava as redes sociais para publicar conteúdos relacionados ao direito, incluindo explicações sobre termos jurídicos e leis. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. "Falsa loja" Casal é preso suspeito de aplicar golpe em venda de celulares A Polícia Civil afirma que o casal criava contas em redes sociais que usavam a identidade visual de uma loja verdadeira especializada na venda de celulares. Para tranquilizar os clientes, os suspeitos enviavam fotos e vídeos dos celulares, caixas, embalagens e outros itens relacionados aos produtos anunciados (veja vídeo acima). Após o pagamento pelas vítimas, os aparelhos, no entanto, não eram entregues. Vítimas foram identificadas no Distrito Federal e em outras regiões do país, de acordo com a Polícia Civil. Os suspeitos podem responder por estelionato mediante fraude eletrônica. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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