Saque do FGTS por calamidade é autorizado em dois municípios do Amazonas; veja quais
Município de Tapauá, no interior do Amazonas Foto: Divulgação/Prefeitura de Tapauá Moradores de Tapauá e Careiro, no interior do Amazonas, atingidos pelas...
Município de Tapauá, no interior do Amazonas Foto: Divulgação/Prefeitura de Tapauá Moradores de Tapauá e Careiro, no interior do Amazonas, atingidos pelas cheias já podem solicitar, a partir desta terça-feira (14), o saque do FGTS por calamidade. O benefício foi liberado após o reconhecimento da situação de emergência nas duas cidades por causa das inundações e fortes chuvas. O pedido deve ser feito pelo aplicativo FGTS, sem necessidade de ir a uma agência. O prazo para solicitar vai até 12 de julho de 2026. Para ter acesso ao dinheiro, é preciso ter saldo na conta do FGTS e não ter feito saque pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses. O valor máximo liberado é de R$ 6.220 por conta, limitado ao saldo disponível. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp No momento da solicitação, o trabalhador pode indicar uma conta da Caixa, incluindo a poupança digital Caixa Tem, ou de outro banco para receber o valor. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja todos municípios com saque liberado, até a publicação desta reportagem, e os prazos para solicitação: Atalaia do Norte – até 25 de junho de 2026; Barreirinha – até 23 de junho de 2026; Benjamin Constant – até 8 de julho de 2026; Boca do Acre – até 9 de junho de 2026; Canutama – até 1º de julho de 2026; Carauari – até 23 de junho de 2026; Careiro – até 12 de julho de 2026; Eirunepé – até 11 de junho de 2026; Itamarati – até 11 de junho de 2026; Tapauá – prazo segue até 12 de julho de 2026. Situação de emergência A situação de emergência nos municípios de Tapauá e Careiro foi reconhecida na segunda-feira (13) pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio da Defesa Civil Nacional, após as fortes chuvas e inundações que atingiram as regiões. Com o reconhecimento, as prefeituras também podem solicitar recursos do governo federal para ações emergenciais, como distribuição de alimentos, água e kits de limpeza e higiene. O pedido deve ser feito pelo sistema federal de defesa civil, que avalia os planos de trabalho antes de liberar os valores.