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Projeto entrega coleiras refletivas para cães em situação de rua no PI; protetora denuncia roubos

Projeto entrega coleiras refletivas para cães em situação de rua no PI; protetora denuncia roubos Reprodução Cachorros em situação de rua em Campo Maior,...

Projeto entrega coleiras refletivas para cães em situação de rua no PI; protetora denuncia roubos
Projeto entrega coleiras refletivas para cães em situação de rua no PI; protetora denuncia roubos (Foto: Reprodução)

Projeto entrega coleiras refletivas para cães em situação de rua no PI; protetora denuncia roubos Reprodução Cachorros em situação de rua em Campo Maior, no Norte do Piauí, estão recebendo coleiras que refletem a luz de veículos para evitar acidentes de trânsito. Segundo a protetora que idealizou a ação, Ystefane Queiroz, alguns animais tiveram os acessórios roubados. Um Boletim de Ocorrência sobre o caso foi registrado nesta terça-feira (21). Ao g1, Ystefane, que é voluntária do projeto Adote CM, contou que quatro coleiras refletivas foram retiradas dos pescoços dos cães entre as madrugadas de sábado (18) e domingo (19). Uma delas foi abandonada, localizada por uma moradora da região e devolvida ao grupo de proteção. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp De acordo com Ystefane Queiroz, atualmente oito cães utilizam as coleiras refletivas. Os acessórios são confeccionados por ela, com faixas de tecido e fechos, que se encaixam e não apertam. "Decidi eu mesma, sem ajuda em recursos, comprar o material pela internet. Chegou na sexta e, no mesmo dia, eu fiz as coleirinhas. Coloquei em três, na Rodoviária de Campo Maior, por volta da meia-noite. Quando foi pela manhã, já não havia mais coleira em dois deles", contou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "No sábado, coloquei nos dois que tiveram as coleiras retiradas e em mais dois. E simplesmente sumiram mais duas coleiras. Elas não têm elástico, então não têm como passar no pescoço deles. Só saem se alguém apertar o botão para abrir, ou seja, foram retiradas", completou. O objetivo da protetora é expandir o projeto. Nas redes sociais, Ystefane busca conscientizar sobre a importância da colaboração da comunidade para a proteção dos animais. "É um experimento inicial, mas a gente quer muito expandir. Essa faixa não é muito barata, então a gente vai comprando aos poucos. A gente recebe muito pouca doação pra muita demanda", concluiu. O g1 buscou a Polícia Civil para obter mais informações sobre a investigação do caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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