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Pentágono vai pedir US$ 200 bilhões ao Congresso dos EUA para financiar guerra no Irã, diz agência

Guerra no Irã divide movimento Maga nos EUA  O Pentágono está buscando US$ 200 bilhões em fundos adicionais para a guerra contra o Irã, segundo a agência...

Pentágono vai pedir US$ 200 bilhões ao Congresso dos EUA para financiar guerra no Irã, diz agência
Pentágono vai pedir US$ 200 bilhões ao Congresso dos EUA para financiar guerra no Irã, diz agência (Foto: Reprodução)

Guerra no Irã divide movimento Maga nos EUA  O Pentágono está buscando US$ 200 bilhões em fundos adicionais para a guerra contra o Irã, segundo a agência de notícias Associated Press. De acordo com informações de um alto funcionário do governo, que falou sob condição de anonimato, o Departamento de Guerra dos Estados Unidos encaminhou o pedido à Casa Branca, que terá que solicitar o orçamento extra ao Congresso. Questionado sobre o tema em uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira (19), o secretário Pete Hegseth confirmou que está buscando mais verba para a ofensiva no Oriente Médio, mas não especificou valores: "É preciso dinheiro para matar os bandidos. Vamos voltar ao Congresso e falar com nossos representantes lá para garantir que tenhamos o financiamento adequado". Pete Hegseth AP Photo/Manuel Balce Ceneta O novo aporte de verbas precisa ser aprovado pelos parlamentares para ser liberado e, apesar da Câmara e do Senado americanos terem maioria republicana, não é certo que a votação seja a favor do governo, já que a guerra contra o Irã está pondo o trumpismo à prova, expondo fissuras na base MAGA. Muitos dos legisladores mais conservadores do Partido Republicano, o mesmo de Trump, são defensores da austeridade fiscal, com pouco interesse político em grandes gastos, seja em operações militares ou em outras áreas. É provável que a maioria dos democratas rejeite tal pedido e exija planos mais detalhados para a estratégia e os objetivos militares. Em sua coletiva de imprensa nesta quinta, além de responder sobre o pedido de orçamento extra, Pete Hegseth afirmou que não há um "prazo definitivo" para o fim da guerra, que começou há três semanas.