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Jovem morre após ser esfaqueado e sofrer traumas na cabeça no litoral de SP; companheira é investigada

Diogo Marim Costa, de 22 anos, morreu após ser atacado pela própria companheira, de 36, em Guarujá, no litoral de São Paulo Reprodução e Arquivo/Prefeitur...

Jovem morre após ser esfaqueado e sofrer traumas na cabeça no litoral de SP; companheira é investigada
Jovem morre após ser esfaqueado e sofrer traumas na cabeça no litoral de SP; companheira é investigada (Foto: Reprodução)

Diogo Marim Costa, de 22 anos, morreu após ser atacado pela própria companheira, de 36, em Guarujá, no litoral de São Paulo Reprodução e Arquivo/Prefeitura de Guarujá A Polícia Civil investiga uma mulher, de 36 anos, acusada de matar o companheiro, de 22, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Conforme apurado pelo g1, Diogo Marim Costa deu entrada em uma unidade de saúde com um ferimento causado por faca no peito e traumas na cabeça. Ele recebeu atendimento médico, mas não resistiu. Ninguém foi preso. O caso ocorreu na comunidade da Cachoeira. A PM foi acionada por uma testemunha do crime, que relatou ter socorrido Diogo à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Prof. Dr. Matheus Santamaria. No local, a equipe médica tentou reanimar a vítima por 30 minutos, mas não teve sucesso. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. À polícia, a mãe de Diogo disse que o filho deixou a casa da família para morar com a investigada há aproximadamente um ano e meio. O casal, segundo ela, usava crack e vivia em uma área de ocupação na cidade. De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da vítima foi informada na UPA de que o ferimento causado pela faca não seria suficiente para causar a morte. No entanto, ainda segundo o BO, a equipe médica observou "sinais de traumatismo craniano" que teriam sido causados por pauladas. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Inicialmente, a causa da morte foi apontada como intoxicação exógena - quando há exposição a substâncias químicas com possíveis sinais de intoxicação, segundo o Ministério da Saúde. A confirmação do que provocou a morte de Diogo, no entanto, depende de exames necroscópicos, que serão realizados no Instituto Médico Legal (IML). O g1 questionou a Polícia Civil sobre um eventual mandado de prisão contra a investigada, mas não teve retorno até a última atualização da reportagem. O caso foi registrado como homicídio na Delegacia de Polícia de Guarujá. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

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