Homem que arrastou ex-mulher com o carro e voltou para atropelá-la é condenado a 18 anos de prisão em Maricá, no RJ

Câmera mostrou o atropelamento da vítima em 2024 em Maricá Imagem câmera de segurança Um homem foi condenado a 18 anos e quatro meses de prisão por tentat...

Homem que arrastou ex-mulher com o carro e voltou para atropelá-la é condenado a 18 anos de prisão em Maricá, no RJ
Homem que arrastou ex-mulher com o carro e voltou para atropelá-la é condenado a 18 anos de prisão em Maricá, no RJ (Foto: Reprodução)

Câmera mostrou o atropelamento da vítima em 2024 em Maricá Imagem câmera de segurança Um homem foi condenado a 18 anos e quatro meses de prisão por tentativa de feminicídio contra a ex-companheira em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. O crime ocorreu em março de 2024. Na ocasião, Julio Cesar Magalhães dirigia um carro, com o qual arrastou a vítima, que estava com parte do corpo para fora do veículo, até que ela caísse. No chão, a mulher recebeu ajuda de moradores e se sentou na calçada enquanto aguardava o socorro. Foi neste momento, segundo as investigações, que Julio voltou e jogou o carro contra a ex-companheira. O automóvel subiu no meio-fio e atingiu a mulher. Imagens de uma câmera de segurança registraram o crime, no distrito de Itaipuaçu. Vídeo abaixo. 📱Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp Vídeo mostra momento em que homem atropela ex-companheira em Maricá A condenação ocorreu no dia 27 de agosto e foi divulgada neste domingo (30) pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), que denunciou o caso à Justiça. A vítima, que tinha 43 anos na época, ficou gravemente ferida e foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ela foi levada para o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara. De acordo com a Secretaria de Saúde de Maricá, exames apontaram trauma na região torácica e fratura na fíbula. Na ocasião, ela ficou internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI). Após o atropelamento, o homem fugiu do local. Policiais localizaram o veículo nas proximidades e o levaram para a delegacia, onde permaneceu preso em flagrante. Segundo o MPRJ, o crime não foi consumado por circunstâncias alheias à vontade do acusado, devido ao socorro e ao atendimento médico prestados à vítima. A condenação foi obtida pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Maricá.

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