Governo Federal veta projeto que busca transformar Campus Binacional em Unifron, no Amapá

Unifap Campus Binacional, em Oiapoque Arquivo O governo federal vetou integralmente o projeto de lei 3.455/2023 que criava a Universidade Federal da Fronteira N...

Governo Federal veta projeto que busca transformar Campus Binacional em Unifron, no Amapá
Governo Federal veta projeto que busca transformar Campus Binacional em Unifron, no Amapá (Foto: Reprodução)

Unifap Campus Binacional, em Oiapoque Arquivo O governo federal vetou integralmente o projeto de lei 3.455/2023 que criava a Universidade Federal da Fronteira Norte (Unifron), em Oiapoque, no Amapá. O veto foi publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (31) (entenda mais da proposta abaixo). Na justificativa, o Executivo alegou inconstitucionalidade formal por vício de iniciativa, já que a criação de entidades federais e cargos públicos é competência do Presidente da República. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça O projeto segue em análise no Congresso Nacional, que vai decidir se mantém ou derruba o veto. Se o veto for mantido, o trecho vetado continua fora da lei. Se for rejeitado, passa a valer. Para derrubar o veto, são necessários 257 votos na Câmara e 41 no Senado. LEIA MAIS: Brasileiros terão acesso à Guiana Francesa sem visto a partir de 1º de agosto de 2026; confira condições exigidas 'Conhecemos o Brasil do Oiapoque ao Chuí', diz viajante após chegar ao Amapá de motorhome Entenda o Projeto de Lei 3.455/2023 A proposta avançou no Congresso nos últimos anos, tendo sido aprovada pela Comissão de Educação da Câmara em 2025. Em 8 de julho, recebeu aprovação do Senado. De autoria do senador e candidato à reeleição Randolfe Rodrigues (PT-AP), o projeto buscava transformava o campus binacional da Universidade Federal do Amapá (Unifap) em uma nova instituição federal de ensino superior. O campus atende cerca de 1,2 mil estudantes da Unifap. O projeto previa a incorporação automática desses alunos à nova universidade, além da oferta de cursos de graduação, pós-graduação, pesquisa, extensão e inovação. Hoje, o campus oferece ciências biológicas, direito, enfermagem, licenciatura intercultural indígena, letras (francês-português), história, geografia e pedagogia. No projeto proposto, o senador previa autorização para que fossem criados os cargos de reitor e vice-reitor, 80 vagas para professor da carreira do magistério superior, 40 para cargos técnico-administrativos de nível superior e outros 60 de nível intermediário. Prevenção na Fronteira: especialistas discutem zoonoses no Campus Binacional de Oiapoque Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

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