Ex-diretor da Funtrab, pastor é condenado por desvio de dinheiro para favorecer o filho
Wilton Acosta, ex-diretor da Funtrab. Divulgação O ex-diretor da Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) , Wilton Melo Acosta, foi condenado pe...
Wilton Acosta, ex-diretor da Funtrab. Divulgação O ex-diretor da Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) , Wilton Melo Acosta, foi condenado pela Justiça por improbidade administrativa por desviar dinheiro do CredQuali, antigo Banco Cidadão. A decisão da 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos foi publicada na quinta-feira (5). Ainda cabe recurso. Segundo a Justiça, os recursos desviados chegam a quase R$30 mil e foram usados para a compra de dois carros ao filho do ex-diretor, Lucas Rael Alves Acosta, então integrante do conselho de administração da Crediquali. Lucas também foi condenado no mesmo processo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Além do dinheiro destinado ao filho, outros R$9 mil teriam sido desviados para bancar um evento evangélico de um fórum presidido por Wilton. Atualmente, Wilton é presidente do Conselho de Pastores de Mato Grosso do Sul. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A defesa de Wilton Melo Acosta e Lucas Rael Alves Acosta disse ao g1 nesta sexta-feira (6) que vai recorrer da decisão. Na ação também foi condenado o ex-diretor-geral da Crediquali, Rosinildo Aparecido de Oliveira. O g1 não localizou a defesa de Rosinildo até a última atualização desta reportagem. Confira abaixo as condenações: Wilton Melo Acosta - ressarcimento aos cofres públicos de R$6,8 mil; pagamento de multa civil de R$7,4 mil e indenização por danos morais de R$30 mil. Ele está proibido de receber incentivos e firmar contratos com o poder público por quatro anos. Também não pode assumir cargo público. Lucas Rael Alves Acosta - ressarcimento aos cofres públicos de R$2,3 mil e multa de R$5,8 mil. Assim como o pai, está proibido de receber incentivos e firmar contrtatos com o poder público. Rosinildo Aparecido de Oliveira - ressarcimento aos cofres públicos de R$1,1 mil e multa de R$2,9 mil, além da proibição de receber incentivos e firmar contratos com o poder público.