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Engenheira produz 'bolsa de pipoca' em impressora 3D para esposa fã do filme O Diabo Veste Prada

Engenheira presenteia esposa fã de ‘O Diabo Veste Prada’ com balde temático impresso em 3D O filme 'O Diabo Veste Prada 2' estreia nesta quinta-feira (30)...

Engenheira produz 'bolsa de pipoca' em impressora 3D para esposa fã do filme O Diabo Veste Prada
Engenheira produz 'bolsa de pipoca' em impressora 3D para esposa fã do filme O Diabo Veste Prada (Foto: Reprodução)

Engenheira presenteia esposa fã de ‘O Diabo Veste Prada’ com balde temático impresso em 3D O filme 'O Diabo Veste Prada 2' estreia nesta quinta-feira (30) nos cinemas de todo o Brasil e já anima os fãs também de Rio Branco. A engenheira agrônoma Eliza Nayonara Maruí, de 32 anos, decidiu contornar a ausência de um dos itens mais desejados do lançamento e produziu uma versão personalizada para presentear a esposa, Thaís Sampaio, de 33, fã da obra. O acessório, inspirado em bolsas de luxo e criado como ação promocional no exterior, é um balde de pipoca que viralizou nas redes sociais e esgotou rapidamente. Diante disso, Eliza viu na tecnologia uma alternativa: recriar o item com uma impressora 3D, adaptando o modelo para torná-lo funcional e durável. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Ao g1, ela contou que o projeto começou ainda no início de abril, quando adquiriu o material necessário, que é importado e demora semanas para chegar e passou a estudar o modelo para garantir a qualidade do resultado final. Além de ter o modelo original como ponto de partida para a ideia, ela disse ainda que se inspirou no material que viu em um grupo, feito por um modelador que também se inspirou no balde original. Ela, então, comprou a base para o item de um banco de arquivos 3D, impresso por ela. “Eu vi o balde na internet, mostrei pra ela [Thaís] e fui pesquisar. Como não veio pro Brasil e estava sendo vendido por um valor alto no exterior, resolvi imprimir e fazer”, relatou. Segundo a engenheira, o processo levou cerca de três horas de ajustes técnicos no software de modelagem e aproximadamente 12 horas de impressão contínua. O resultado foi um balde em formato de bolsa, com alças móveis, estrutura resistente e detalhes personalizados, como chaveiro, características que, segundo Eliza, não estavam presentes em versões vistas online. LEIA MAIS: 'O Diabo Veste Prada 2' estreia no cinema de Rio Branco Influenciador ganha fama internacional após criar 'trend' de dança com cenários do AC: 'Sem acreditar' Estudante recorre a Claudinho & Buchecha para ensinar geografia no Acre Eliza Nayonara Maruí, de 32 anos e Thaís Sampaio de 33 são casadas há sete anos Arquivo pessoal/Cedida “Os modelos que encontrei não me agradaram. Eram menos funcionais e com acabamento inferior, então preferi fazer o meu”, explicou. De acordo com Thaís, além de servir como recipiente para pipoca, o objeto foi pensado para ter outras utilidades no dia a dia, como porta-cápsulas de café, organizador de maquiagem ou item decorativo, reforçando o apelo afetivo para fãs do filme estrelado por Meryl Streep. A engenheira relatou ainda que a reação da esposa ao presente foi imediata. ''Ela amou, ficou super empolgada. Acompanhou a impressão, ansiosa pra ver se dava tudo certo”, relembrou. Trabalho e planos O processo de criação foi postado em um vídeo nas redes sociais da engenheira. De forma bem humorada, Eliza mostrou o passo a passo e ainda brincou colocando o rosto da esposa no cartaz de divulgação do filme. O vídeo tem mais de 44 mil visualizações e rendeu vários elogios à Eliza. Apesar de já produzir peças sob encomenda para amigos e familiares, Eliza afirma que a repercussão do vídeo abriu novas possibilidades. Após a divulgação, ela recebeu pelo menos três pedidos pelo balde. “Acabou sendo bom e eu não esperava. Quero começar a produzir mais itens, principalmente brinquedos sensoriais, peças decorativas e produtos voltados para o público nerd”, disse. Eliza Nayonara Maruí, de 32 anos, fez o item personalizado em uma impressora 3D para a esposa, Thaís Sampaio, de 33 anos Arquivo pessoal A ideia, segundo ela, é criar objetos que estimulem experiências fora das telas e tenham valor afetivo para as pessoas. Além disso, caso ela decida comercializar o balde, o preço estimado é de R$ 150, levando em conta o custo do material, importação e o tempo de produção. “Aqui no Acre tudo é mais difícil e mais caro, então se eu for comercializar preciso considerar isso para não ter prejuízo”, completou. VÍDEOS: g1

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