Dois homens são presos investigados por tentativa de homicídio em Bom Jesus do Itabapoana

A Justiça decretou a prisão temporária de João Vitor Mendes da Silva e Renan Vieira Gomes em Bom Jesus do Itabapoana. Reprodução/ Inter TV A Justiça decr...

Dois homens são presos investigados por tentativa de homicídio em Bom Jesus do Itabapoana
Dois homens são presos investigados por tentativa de homicídio em Bom Jesus do Itabapoana (Foto: Reprodução)

A Justiça decretou a prisão temporária de João Vitor Mendes da Silva e Renan Vieira Gomes em Bom Jesus do Itabapoana. Reprodução/ Inter TV A Justiça decretou a prisão temporária de dois investigados por uma tentativa de homicídio ocorrida no dia 7 de setembro, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense. A decisão determinou a prisão de João Vitor Mendes da Silva, conhecido como “Vitinho” ou “João Vitinho”, e Renan Vieira Gomes pelo prazo de 30 dias. A prisão foi feita pelas policiais Civil e Militar. Segundo as investigações do delegado Henrique Lobato da 144ª DP (BJI), o caso apura uma tentativa de homicídio qualificado. A vítima foi atingida por diversos tiros no rosto, braço e axila. Ela foi socorrida ao Posto de Urgência e, depois, internada no Hospital São Vicente de Paulo. Ainda de acordo com a decisão, as buscas apontam que o crime ocorreu em um contexto de disputa territorial entre as facções criminosas Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro. O alvo original da ação seria uma pessoa supostamente ligada ao TCP. A vítima teria sido atingida por estar nas proximidades do local visado pelos executores. .📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. A Justiça decretou a prisão temporária de João Vitor Mendes da Silva e Renan Vieira Gomes em Bom Jesus do Itabapoana. Reprodução/ Inter TV Além das prisões, a Justiça autorizou busca e apreensão pessoal, domiciliar e nos veículos dos investigados. As buscas foram autorizadas na casa de um dos investigados, no bairro Santa Rosa, em Bom Jesus do Itabapoana, em um imóvel de um parente e também na casa do outro investigado, no mesmo bairro. A Justiça também autorizou, em caso de apreensão de celulares, a quebra do sigilo dos dados dos aparelhos, com acesso a números de telefone, fotos, vídeos, mensagens de texto e de voz, agenda telefônica, conteúdo do WhatsApp e outras informações armazenadas. Até a última atualização desta reportagem, o g1 não conseguiu localizar a defesa dos investigados.

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