Corregedor do TSE nega pedido de Flávio Bolsonaro para proibir gravações eleitorais no Planalto e no Alvorada

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, negou nesta sexta-feira (16) um pedido do candidato à Presidência Flávio Bolso...

Corregedor do TSE nega pedido de Flávio Bolsonaro para proibir gravações eleitorais no Planalto e no Alvorada
Corregedor do TSE nega pedido de Flávio Bolsonaro para proibir gravações eleitorais no Planalto e no Alvorada (Foto: Reprodução)

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, negou nesta sexta-feira (16) um pedido do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) para proibir, de forma genérica, a realização de lives, podcasts, entrevistas e gravações de conteúdo eleitoral nos palácios do Planalto e da Alvorada. O pedido foi apresentado em uma ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) contra a chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin, em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na ação, Flávio afirma que houve abuso de poder político e de autoridade por meio do uso de eventos, bens, serviços e estruturas da administração pública em benefício de candidatura presidencial. Agora no g1 Ao rejeitar a proibição, Cueva afirmou que medidas preventivas devem indicar de forma precisa a conduta que se pretende impedir. Segundo o ministro, o pedido exigiria uma análise antecipada de conteúdos que ainda não foram produzidos e poderia impor restrições excessivas à comunicação política e ao exercício das atribuições institucionais. Entre as medidas de urgência solicitadas, estão restrições ao uso de imagens do pronunciamento de Lula na Assembleia Geral das Nações Unidas, a remoção de conteúdos e a preservação de provas. Na decisão, Cueva ressaltou ainda que a rejeição das medidas não autoriza o uso indevido da estrutura pública em benefício de candidaturas e não impede a investigação e eventual responsabilização por ilícitos eleitorais. Emas no Palácio da Alvorada, em imagem de arquivo Presidência da República/Reprodução

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