Renan Santos quer mudar divisão de recursos entre estados: 'Vamos premiar quem vai bem e punir quem vai mal'

Renan Santos (Missão) durante entrevista em lanchonete de São Carlos (SP) Rodrigo Sargaço/EPTV O candidato Renan Santos (Missão) afirmou, nesta quinta-feira...

Renan Santos quer mudar divisão de recursos entre estados: 'Vamos premiar quem vai bem e punir quem vai mal'
Renan Santos quer mudar divisão de recursos entre estados: 'Vamos premiar quem vai bem e punir quem vai mal' (Foto: Reprodução)

Renan Santos (Missão) durante entrevista em lanchonete de São Carlos (SP) Rodrigo Sargaço/EPTV O candidato Renan Santos (Missão) afirmou, nesta quinta-feira (24), que pretende alterar como os recursos federais são distribuídos entre os estados brasileiros. Durante um evento na praça José Bonifácio, no centro de Piracicaba (SP), ele criticou o atual modelo do pacto federativo. Pacto federativo: conjunto de regras constitucionais que define a divisão de poderes, competências e recursos financeiros entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios. Questionado sobre o fato de São Paulo ser o estado que 'mais arrecada e o que menos recebe', o candidato propôs a criação de metas na execução do orçamento público. Segundo ele, atualmente o governo federal repassa dinheiro de forma desproporcional para estados que não atingem resultados. 📱Siga o g1 Piracicaba no Instagram "Hoje, a lógica do governo federal é a seguinte: se você é um governador vagabundo, que não trabalha bem, que não protege as pessoas, que não melhora a educação, você recebe mais dinheiro", declara. A proposta de Renan é reter mais recursos em estados que 'pagam a conta'. Ele citou São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais. "Nós vamos premiar quem vai bem e nós vamos punir quem vai mal, em seus municípios e em seus estados", afirma. Renan ainda focou nas propostas para o comércio. Ele se posicionou contra o fim da escala de trabalho 6x1, afirmando que a medida fecharia comércios e geraria desemprego e informalidade. Para fomentar o setor, Renan prometeu cortar R$ 250 bilhões em gastos do governo federal, mirando no que chamou de "mamata de político, de judiciário, de militar". Segundo ele, a redução de despesas forçará a queda da taxa de juros, que hoje classificou como "extorsiva" e de "agiota", permitindo a oferta de crédito barato para os lojistas investirem em seus negócios. Agora no g1 VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias sobre a região em g1 Piracicaba

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