Queratose: Lula faz procedimento dermatológico simples e aparece com marca na cabeça; entenda a condição
Uma marca no couro cabeludo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou a atenção nesta quarta-feira (11), durante cerimônia no Palácio do Planalto...
Uma marca no couro cabeludo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou a atenção nesta quarta-feira (11), durante cerimônia no Palácio do Planalto. Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência, Lula passou, no último domingo (8), por um procedimento simples de cauterização para tratar uma queratose — condição dermatológica geralmente associada à exposição excessiva ao sol e caracterizada pelo acúmulo de pele. O procedimento durou pouco mais de um minuto e foi realizado em uma clínica dermatológica em São Paulo. O que é queratose A queratose é um termo usado para descrever alterações da pele marcadas pelo acúmulo de queratina, proteína que compõe a camada mais externa do tecido cutâneo. Dependendo do tipo, as lesões podem surgir como áreas ásperas, descamativas ou espessadas, especialmente em regiões mais expostas ao sol, como rosto, orelhas e couro cabeludo. Dermatologistas explicam que algumas formas estão relacionadas ao envelhecimento da pele e ao dano solar acumulado ao longo dos anos, sendo mais comuns em pessoas com maior exposição ao sol e em áreas com menos proteção capilar. Quando a cauterização é indicada A cauterização é um procedimento dermatológico utilizado para remover ou destruir lesões superficiais da pele. Em geral, é indicada quando a área apresenta alterações que exigem tratamento local, seja por desconforto, risco de evolução ou necessidade de avaliação mais detalhada. Segundo especialistas, a técnica costuma ser rápida e feita em consultório, com anestesia local. Em muitos casos, o paciente retorna às atividades no mesmo dia, seguindo orientações de cuidados com a cicatrização. Queratose no couro cabeludo: por que a região exige atenção O couro cabeludo está entre as áreas frequentemente afetadas por lesões associadas ao sol, principalmente em pessoas com rarefação capilar ou calvície. Como a região nem sempre é examinada com frequência pelo próprio paciente, alterações podem passar despercebidas. Dermatologistas recomendam avaliação médica sempre que surgirem áreas ásperas persistentes, manchas que crescem, sangram ou não cicatrizam. *Esta reportagem está em atualização