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Padrasto suspeito de matar enteado e executado em ambulância era ligado a assassinato de policial no litoral de SP

Câmeras de segurança registraram padrasto saindo com menino desacordado de apartamento Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, conhecido como “Fuzil” ...

Padrasto suspeito de matar enteado e executado em ambulância era ligado a assassinato de policial no litoral de SP
Padrasto suspeito de matar enteado e executado em ambulância era ligado a assassinato de policial no litoral de SP (Foto: Reprodução)

Câmeras de segurança registraram padrasto saindo com menino desacordado de apartamento Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, conhecido como “Fuzil” e apontado como principal suspeito de matar o enteado Arthur Kenay Andrade de Oliveira, de 8 anos, também é suspeito de participar da execução de um policial em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Luan fugiu após a morte do menino, mas foi morto a tiros após ser baleado em uma ambulância. Segundo informações da Polícia Civil, Luan é suspeito de estar envolvido no assassinato do investigador Evandir Pedro de Alcântara, ocorrido em 6 de julho de 2014. Conforme noticiado pelo g1 na época, as primeiras informações indicavam que o investigador havia sido morto dentro do próprio carro, na Rua Otacília da Luz Brasil, próximo ao Bar do Sargento, no bairro Vila Mirim. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Após a investigação, foi revelado que Evandir estava em um bar, sentado em uma cadeira, quando pediu um maço de cigarros. Em seguida, um carro prata estacionou na via, dois homens desceram do veículo e atiraram na direção do policial. Ele foi atingido por cinco disparos e morreu no local. Luan Henrique Silva De Almeida foi morto após ser acusado de matar o enteado, de 8 anos Reprodução Segundo uma testemunha, que preferiu não se identificar, os criminosos chegaram a se esconder dentro da casa de moradores momentos após o crime. Evandir trabalhava na Delegacia Sede de Praia Grande e estava de folga no momento do crime. Segundo a polícia, ele estava sozinho no bar. Ao lado do corpo, havia uma garrafa de cerveja. Padrasto morto Luan foi baleado no bairro Ribeirópolis, em Praia Grande, no sábado (2). Ele chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e direcionado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Samambaia. Durante o trajeto, a ambulância foi abordada por homens armados, invadida e ele foi baleado. O suspeito não resistiu aos ferimentos e morreu. A Polícia Civil investiga o caso e tenta identificar o autor dos disparos. Caso Arthur Arthur Kenay Andrade de Oliveira, de 8 anos, morreu após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com diversas lesões em Cubatão. De acordo com o boletim de ocorrência, os ferimentos eram compatíveis com maus-tratos. O garoto chegou em parada cardiorrespiratória na unidade de saúde, no bairro Jardim Casqueiro, na noite desta sexta-feira (1). Em nota, a Secretaria de Saúde de Cubatão informou que o paciente deu entrada vindo de São Vicente e os médicos tentaram a reanimação, mas a vítima não resistiu e teve a morte constatada no local. Segundo o registro policial, durante o atendimento, a equipe médica identificou lesões de unha no pescoço e lábio do menino, além de hematomas e manchas roxas em áreas como abdômen, tórax, dorso, membros inferiores e nádegas, compatíveis com indícios de maus-tratos. Sendo assim, a Polícia Militar (PM) foi acionada. Inicialmente, a mãe disse que levou o filho para a UPA em um carro de aplicativo, pois encontrou o menino caído no banheiro da casa após ter ido tomar banho a pedido do padrasto, enquanto ela cochilava. Durante o registro do caso na delegacia, a mulher apresentou uma nova versão sobre o caso. Desta vez, ela disse que estava em um salão de beleza fazendo cílios quando o companheiro chegou e disse que o filho dela estava desfalecido no carro. Segundo o relato, o casal levou a criança até a UPA de Cubatão e, durante o trajeto, a mulher questionou o que havia acontecido, mas o homem não respondeu. Após deixar o menino na UPA, 'Fuzil' chegou a retornar para casa para buscar os documentos da mãe, mas deixou a documentação com a irmã dela e não apareceu mais. Segundo a mulher, o companheiro parou de responder as mensagens. Uma testemunha, dona do salão onde a mãe de Arthur estava, confirmou a versão durante depoimento na Delegacia de São Vicente. Investigação O caso foi registrado na Delegacia de Cubatão e, no mesmo dia, encaminhado para investigação em São Vicente. Na ocasião, a equipe ouviu a mãe e a testemunha, além de reunir imagens de monitoramento do prédio onde a vítima morava. Segundo a Polícia Civil, a análise das imagens das câmeras e os depoimentos reforçaram a segunda versão apresentada pela mãe. Isso porque foi possível ver que a mãe havia saído do imóvel horas antes do padrasto deixar o apartamento com a criança nos braços. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que a Polícia Civil investiga a morte do menino, que deu entrada com ferimentos graves na UPA do Jardim Casqueiro.

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