Fachin recebe Janja no STF para tratar de ações de combate ao feminicídio e à violência de gênero

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, vai se reunir nesta segunda-feira (24) com a primeira-dama, Janja da Silva, para tratar de aÃ...

Fachin recebe Janja no STF para tratar de ações de combate ao feminicídio e à violência de gênero
Fachin recebe Janja no STF para tratar de ações de combate ao feminicídio e à violência de gênero (Foto: Reprodução)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, vai se reunir nesta segunda-feira (24) com a primeira-dama, Janja da Silva, para tratar de ações de combate ao feminicídio e à violência de gênero. O encontro ocorrerá, às 14h, no gabinete do presidente do STF e tem relação com o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio entre Executivo, Legislativo e Judiciário. O pacto foi lançado em fevereiro deste ano e é um compromisso institucional para frear a escalada da violência letal contra mulheres no Brasil. A iniciativa integra esforços da União, estados, municípios, sistema de Justiça e da sociedade civil. Agora no g1 Entre os eixos do pacto, estão: ações educativas desde a infância, campanhas de conscientização e mudança cultural ampliação de Delegacias Especializadas, casas-abrigo e canais de socorro imediato fortalecimento do monitoramento eletrônico (tornozeleiras), endurecimento penal e tipificação de condutas como o vicaricídio suporte social, psicológico e autonomia financeira para mulheres sobreviventes e seus dependentes O Supremo Tribunal Federal assumiu compromissos para aumentar a celeridade na concessão de medidas protetivas de urgência, para afastar o agressor da vítima. O Judiciário também se comprometeu a desenvolver mecanismos para que magistrados e forças de segurança identifiquem sinais de perigo iminente antes que a violência escale. E o tribunal reafirmou a prioridade no julgamento de casos de violência doméstica, no combate à impunidade e no repúdio rigoroso a teses que busquem desqualificar a vítima. O presidente do STF, ministro Edson Fachin, durante sessão do tribunal nesta quinta-feira (13) Gustavo Moreno/STF

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