Copom corta pela quarta vez seguida a Selic, a taxa básica de juros do país

Copom corta selic pela quarta vez seguida O Comitê de Política Monetária do Banco Central cortou pela quarta vez seguida a Selic - a taxa básica de juros do...

Copom corta pela quarta vez seguida a Selic, a taxa básica de juros do país
Copom corta pela quarta vez seguida a Selic, a taxa básica de juros do país (Foto: Reprodução)

Copom corta selic pela quarta vez seguida O Comitê de Política Monetária do Banco Central cortou pela quarta vez seguida a Selic - a taxa básica de juros do país. Eram 18h30 quando foi divulgada a taxa que passa a servir de base para todos os negócios da economia brasileira. Depois de um ciclo de alta, a nossa taxa básica de juros chegou a 15% ao ano em junho de 2025. Em março de 2026, houve o primeiro corte. Em abril e junho, duas novas quedas. Com mais um corte agora, de 0,25 ponto percentual, a Selic fica a14% ao ano. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia “Sinais que a gente tem que a economia no segundo trimestre desacelerou em relação ao primeiro trimestre. A gente teve a inflação de junho e nós já temos a prévia da inflação de julho, e ambas vieram abaixo do que as pessoas esperavam”, diz Samuel Pessôa, pesquisador FGV Ibre. O comunicado do Banco Central veio menor dessa vez, mas com dois pontos novos que não foram citados em reuniões anteriores e que chamaram atenção dos economistas. Primeiro, a preocupação com as expectativas do mercado financeiro de inflação acima da meta no longo prazo e, também, a constatação de que há riscos de que a inflação fique acima do esperado. Copom corta pela quarta vez seguida a Selic, a taxa básica de juros do país Jornal Nacional/ Reprodução No comunicado, o comitê não indicou quais vão ser os próximos movimentos da taxa de juros e disse que segue acompanhando como os desenvolvimentos da política fiscal doméstica impactam a política monetária, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. “O que a gente precisaria ver é alguma sinalização mais clara de estabilização da dívida à frente. E isso teria o potencial para diminuir esse risco da economia brasileira, poderia ajudar as expectativas de inflação a cair, e também ao Banco Central finalmente conseguir trazer a taxa Selic de uma maneira sustentável para um patamar mais baixo, ajudando assim a nossa economia a continuar de uma forma bastante saudável”, afirma Natalie Victal, economista-chefe SulAmérica Investimentos. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Selic: Copom reduz taxa básica de juros para 14% ao ano O sobe e desce das ações: por que a bolsa é uma aposta no futuro — e não um retrato do presente

Fale Conosco